Vivo deve ser a primeira a integrar Clear ID da Synaptics

viver estaria trabalhando em um telefone equipado com a tecnologia Clear ID da Synaptics. Deve chegar ao mercado no ano que vem e a Forbes ainda teve a oportunidade de levar o aparelho em mãos.

A Synaptics apresentou um novo sensor no início desta semana, o Clear ID. Como o próprio nome não indica necessariamente, este último está posicionado no segmento de leitores de impressões digitais e possui uma característica muito interessante: é colocado sob a tela dos telefones.

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Durante a apresentação do módulo, seu fabricante mencionou uma parceria com um fabricante muito presente no mercado de mobilidade.

Vivo será a primeira a integrar Clear ID da Synaptics

Muitos obviamente pensaram na Samsung, mas esta última obviamente não terá a primeira desta peça. De fato, a Forbes teve a oportunidade de assumir o controle do primeiro telefone equipado com um sensor Clear ID, um telefone produzido pela… Vivo.

Se este nome é desconhecido para você, é completamente normal. A marca está presente principalmente nos mercados asiáticos.

Fundado em 2009, conseguiu em poucos anos tornar-se um must no setor e, assim, ficou em sexto lugar no ranking mundial do ano passado. Pouco presente na Europa, a empresa de fato investe na Ásia desde 2014 e agora está presente nos mercados tailandês, indiano e malaio.

Pouco antes do verão, a Vivo havia demonstrado um telefone equipado com um leitor de impressão digital na tela, um leitor produzido desta vez pela empresa Qualcomm.

Um sistema simples e confiável

No entanto, o resultado foi inconclusivo e o terminal precisou de três ou quatro segundos para identificar seu dono. O anúncio, no entanto, causou um rebuliço na época.

Desde então, muita água passou por baixo da ponte e a Synaptics apresentou um novo leitor mais eficiente no início desta semana, o Clear ID. Muito fina, a peça é colocada sob a laje do telefone e sua janela de vidro e também utiliza várias técnicas de criptografia para garantir o acesso às impressões digitais do usuário.

Mais interessante, apesar de sua localização, o leitor oferece maior velocidade de identificação em comparação com as gerações anteriores e, portanto, precisa apenas de alguns centésimos de segundo para ler as impressões digitais.

A Forbes teve assim a oportunidade de assumir o controlo do primeiro telemóvel com este sensor, um telemóvel produzido pela marca chinesa. Segundo nossos colegas, o leitor é simples e rápido. Basta colocar o dedo na área dedicada para iniciar o processo de identificação.

Por outro lado, no momento, não sabemos o nome do telefone ou mesmo seu preço ou a data em que poderemos aproveitá-lo.

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