Uma nova fonte de tempestades magnéticas está mais próxima da Terra do que …

Tempestades magnéticas têm o potencial de impactar a vida cotidiana de pessoas em todo o mundo e de ameaçar satélites. Um novo estudo da equipe de missão THEMIS da NASA mostrou que tempestades magnéticas podem se originar muito mais próximas da Terra do que se pensava anteriormente. O estudo é o primeiro a mostrar que as tempestades podem se formar próximas à Terra e indicar que as tempestades podem se sobrepor às órbitas do clima, da comunicação e dos satélites GPS.

Tempestades magnéticas são responsáveis ​​pela produção da aurora boreal, mas também podem enviar partículas perigosas para naves espaciais com o potencial de colocar a espaçonave e os satélites fora de serviço. Sob as condições certas, as tempestades magnéticas podem desativar a rede elétrica, interromper as comunicações por rádio e corroer os oleodutos.

Observações recentes de satélite mostraram que tempestades magnéticas podem ser iniciadas por reconexão magnética muito mais perto da Terra do que se pensava ser possível anteriormente. A reconexão magnética acontece quando a energia magnética do vento solar é transferida para a magnetosfera da Terra, onde se acumula até se converter em calor e aceleração de partículas. Após décadas de estudo, os cientistas não têm certeza de onde exatamente ocorre a reconexão magnética durante tempestades.

O trio de satélites THEMIS observou a reconexão magnética a cerca de três a quatro diâmetros da Terra do planeta. Os cientistas não pensaram que a reconexão magnética pudesse acontecer na configuração do campo magnético relativamente estável perto da Terra. Um satélite climático que estava mais próximo da Terra em órbita geoestacionária detectou partículas energizadas associadas a tempestades magnéticas.

Esse satélite provou que a reconexão próxima à Terra estimulava a aceleração de íons e elétrons a altas energias, representando um risco para centenas de satélites que operavam na órbita comum. A descoberta ajudará os cientistas a refinar modelos de como a magnetosfera responde ao vento solar para dar mais avisos para preparar satélites e astronautas para tempestades solares potencialmente perigosas.

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