Rastreamento de contato vestível proposto como aplicativo não ganha tração em …

Assim como é difícil registrar com precisão o número de casos de COVID-19 em um país, é ainda mais difícil rastrear as pessoas que um caso confirmado poderia ter tido nas últimas 24 horas, quanto mais na semana passada. A memória humana não é tão confiável nesses casos, e é por isso que muitos governos e agências de saúde estão recorrendo à tecnologia para obter ajuda. Após a relativamente baixa taxa de adaptação de seu aplicativo móvel TraceTogether, Cingapura está buscando o que poderia ser uma solução mais simples: um dispositivo vestível para rastreamento de contato.

Cingapura foi um dos primeiros países a tentar uma solução tecnológica para o problema do rastreamento de contatos. O aplicativo TraceTogether para Android e iOS usava o Bluetooth para conectar-se e registrar outros smartphones executando o mesmo aplicativo para criar um histórico de com quem o proprietário esteve em contato. Esse aplicativo, no entanto, teve problemas nos iPhones em que a verificação Bluetooth está desativada para aplicativos em execução em segundo plano.

Isso, juntamente com a complexidade da configuração desse aplicativo, resultou em uma taxa de adoção de 25% em Cingapura, quando 75% é o número ideal para considerar eficaz esse método de rastreamento de contato. A Dra. Vivian Balakrishnan, o Parlamento de Cingapura pelo Ministro responsável pela Iniciativa Smart Nation, sugeriu o uso de um dispositivo vestível. Isso poderia permitir que o governo entregue esses dispositivos a todos os cidadãos, em vez de torná-los opcionais e voluntários, como o aplicativo TraceTogether.

O relatório não entra em detalhes sobre o dispositivo, mas pode ser simplesmente uma versão vestível do CovidCard proposta na Nova Zelândia. Pode ser menos invasivo quando se trata de privacidade e requer menos conhecimento técnico para usar.

Cingapura ainda está lançando seu aplicativo TraceTogether, apesar das limitações, e até lançou atualizações que o vinculam mais diretamente aos números de identificação dos usuários. O governo não fez nenhuma menção à adoção das novas APIs lançadas pelo Google e pela Apple que, em teoria, deveriam solucionar os problemas que o aplicativo teve ao acessar recursos como Bluetooth e localização em segundo plano.

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