PSA: aplicativos de pirataria de streaming estão sendo usados ​​para roubar dados do usuário

PSA: aplicativos de pirataria de streaming estão sendo usados ​​para roubar dados do usuário

Um novo relatório revela sobre questões de segurança em torno de aplicativos de pirataria de streaming, incluindo produtos que fornecem acesso não autorizado a canais de televisão ao vivo e plataformas de vídeo premium. A organização sem fins lucrativos Digital Citizens Alliance detalhou o problema em um novo relatório, revelando como esses aplicativos aproveitam os usuários para extrair credenciais de login, roubar informações do usuário e muito mais.

Dispositivos de streaming, como decodificadores e sticks HDMI, tornaram-se uma maneira comum de os consumidores assistirem a vídeos. Esses dispositivos normalmente fornecem acesso a aplicativos de vídeo oficiais por meio de uma loja de aplicativos, como a Roku Channel Store e a Amazon Appstore. No entanto, vários guias também fornecem instruções sobre o uso de dispositivos selecionados, como o Fire TV Stick, para acessar conteúdo pirateado.

De acordo com o novo relatório, os hackers estão mirando nesse ‘mercado desonesto’ para espalhar malware entre os usuários. Existem mais de 12 milhões de pessoas na América do Norte que usam esses dispositivos, de acordo com os pesquisadores, e descobriu-se que o malware direcionado a eles rouba credenciais de login, carrega dados sem permissão, examina as redes quanto a vulnerabilidades e muito mais.

O relatório nomeia especificamente os Fire TV Sticks ‘jailbroken’ e ‘Kodi boxes’ que se tornaram populares entre os piratas de vídeo. Esses dispositivos simplificam o acesso ao conteúdo pirateado, são simples de configurar pelos usuários e geralmente são vendidos através de destinos populares de compras on-line, como sites de leilão.

Exemplos de problemas de segurança revelados pelo relatório incluem malware que encaminha o nome e a senha da rede Wi-Fi do usuário para hackers, malware que tenta roubar credenciais de login para produtos válidos, como uma assinatura da Netflix, e malware que tenta detectar outros dispositivos na rede. Apesar da proliferação desse malware, os pesquisadores observaram que muitos consumidores continuam inconscientes dos riscos.

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