Prisões ‘inteligentes’ de Hong Kong testam rastreadores, robôs de cocô e câmeras de inteligência artificial

Os Serviços Correcionais de Hong Kong revelaram planos para testar várias tecnologias de vigilância com a intenção de criar ‘prisões inteligentes’, de acordo com uma reportagem local. As tecnologias visam monitorar comportamentos incomuns entre os prisioneiros, revelou o comissário de serviços correcionais Danny Woo Ying-ming nesta semana. Os sistemas incluirão câmeras de inteligência artificial, robôs e monitoramento da freqüência cardíaca em tempo real.

A decisão foi apresentada por Woo como uma maneira de aumentar a segurança de prisioneiros e oficiais, de acordo com. Três instalações correcionais participarão dos testes, embora Hong Kong aparentemente planeje transformar todas as suas instalações em ‘prisões inteligentes’ em algum momento.

Entre a tecnologia, está um braço robótico que será encarregado de separar as fezes dos prisioneiros em busca de drogas contrabandeadas, uma tarefa que os policiais são forçados a executar usando varas de madeira. Outra tecnologia prevista é uma pulseira que fornece rastreamento de localização em tempo real e informações de freqüência cardíaca em todos os presos.

Além de permitir que os policiais vejam onde os presos estão o tempo todo, essas pulseiras também enviarão alertas sempre que a frequência cardíaca do preso for considerada ‘irregular’. O rastreamento não será limitado a pulseiras; as prisões também usarão câmeras com software que monitora “comportamento anormal” em tempo real, incluindo brigas e questões médicas.

Uma prisão planeja instalar várias câmeras no banheiro, embora as tentativas de manter a privacidade incluam obscurecer algumas das imagens. Se alguma das tecnologias testadas se provar útil, de acordo com o relatório, a agência de correções local as implantará em outras prisões.

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