Ossos de toadlets de ab√≥bora revelados a brilhar em padr√Ķes

Pumpkin toadlets bones revealed to glow in patterns

Duas esp√©cies de min√ļsculos sapos de ab√≥bora foram objeto de um projeto de pesquisa publicado hoje, eles e seus ossos brilhantes. N√£o √© a primeira vez que esses beb√™s (Brachycephalus ephippium e B. pitanga) s√£o descobertos – eles s√£o conhecidos desde o ano de 1824, quando foram classificados pela primeira vez pelo bi√≥logo alem√£o Johann Baptist von Spix. Hoje tivemos algumas id√©ias sobre as raz√Ķes para a caracter√≠stica mais estranha dessa esp√©cie amea√ßada – floresc√™ncia interna!

Eu sei o que você está pensando. Cara, é tão legal quando os animais têm bioluminescência e podem brilhar no escuro Рcerto? Não é exatamente isso que está acontecendo aqui. Com as duas espécies de Brachycephalus que aprendemos hoje, a luz só aparece quando são brilhadas com luz ultravioleta.

A √ļltima vez que esses funis chegaram √†s manchetes, foi devido √† sua surdez. Aparentemente, eles n√£o conseguem se ouvir fazendo seus pr√≥prios sons. Tanto o homem quanto a mulher s√£o surdos √† chamada. Em vez disso, √© a a√ß√£o f√≠sica em fazer a liga√ß√£o – o incha√ßo da garganta do homem – que atrai a mulher. Da√≠, evolu√ß√£o.

Esse estudo foi realizado por Sandra Goutte e uma equipe de pesquisadores. Essa parte mais recente da pesquisa √© de Sandra Goutte e da equipe tamb√©m. Goutte e sua equipe falaram sobre o fato de que alguns camale√Ķes tamb√©m s√£o conhecidos por mostrar fluoresc√™ncia √≥ssea, tamb√©m devido a finas camadas de pele.

De fato, todos os ossos têm algum nível de fluorescência Рé que a maioria dos ossos não pode ser vista de fora da pele da criatura em questão.

Os ossos emitem florescência em sua intensidade mais intensa quando iluminados com luz 365-385 nm (UVA). A razão pela qual conseguimos ver a fluorescência não é apenas porque esses ossos são especiais Рé porque a pele dos filhotes é extremamente fina.

O estudo tamb√©m aponta para pesquisas anteriores, que descobriram que a pele das r√£s sul-americanas Boana punctata e B. atlantica (Hylidae) tamb√©m era fluorescente. Em vez de emitir pelos ossos, esses sapos brilhavam (e ainda brilham) em sua pele externa, e n√£o em nenhum tipo de padr√£o discern√≠vel. Eles tamb√©m s√£o fluorescentes sob a luz de 390 a 430 nm (azul p√ļrpura-escuro), enquanto o brilho dos toadlets √© mais forte sob UVA.

Esses sapos n√£o mostram muito brilho nos estados mais jovens. Isso √© antes que a ossifica√ß√£o d√©rmica se desenvolva. Voc√™ ver√° algumas dessas a√ß√Ķes nas fotos acima e / ou abaixo – Fotografias tiradas pela SG e CJ.

Na conclus√£o do estudo, os pesquisadores sugerem que “as fun√ß√Ķes desses padr√Ķes fluorescentes permanecem especulativas”. Goutte e sua equipe observam que “s√£o necess√°rias medi√ß√Ķes detalhadas de espectros de luz e estudos comportamentais para determinar se co-espec√≠ficos e / ou predadores em potencial respondem a padr√Ķes fluorescentes nos sapos de Brachycephalus e de que maneira”.

Eles ainda t√™m muito mais a aprender! Bioqu√≠mico e em uso – temos mais para entrar! Por enquanto, se voc√™ quiser saber mais, v√° para o trabalho de pesquisa “A fluoresc√™ncia √≥ssea intensa revela padr√Ķes ocultos nos sapos de ab√≥bora”. Isso √© de autoria de Sandra Goutte, Matthew J. Mason, Marta M. Antoniazzi, Carlos Jared, Didier Merle, Lilian Cazes, Lu√≠s Felipe Toledo, Hanane el-Hafci, St√©phane Pallu, Hugues Portier, Stefan Schramm, Pierre Gueriau e Mathieu Thoury, e foi publicado pela Scientific Reportsvolume 9, n√ļmero do artigo: 5388 (2019).

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