Ondas potencialmente ruins para crianças

Em 2016, a tecnologia é claramente parte do nosso dia a dia. Nossos smartphones, laptops e tablets nos acompanham em quase todos os lugares, e se há uma coisa que todos esses dispositivos têm em comum são as ondas de rádio.

Sejam ondas wifi ou ondas “simples” da rede telefônica, agora é difícil escapar delas, e sem elas o interesse de nossos companheiros de alta tecnologia derrete como neve ao sol. No entanto, seria bom prestar mais atenção a isso, especialmente no interesse dos mais jovens entre nós, que podem ser mais vulneráveis ​​do que pensamos a essas várias frequências de rádio.

ondas de crianças

Essa é pelo menos a opinião da ANSES (Agência Nacional de Segurança Alimentar, Ambiental e de Saúde Ocupacional) que, por meio de laudo pericial, ressalta que as ondas podem ser prejudiciais às crianças.

Limitar a exposição das crianças a ondas de todos os tipos

Esta não é a primeira vez que a ANSES alerta para o possível perigo das frequências de rádio nos mais novos. A agência já havia emitido recomendações nesse sentido em 2013 por meio de um parecer geral, mas desta vez a ANSES é um pouco mais premente ao apontar a maioria dos dispositivos que emitem ondas que podem ser encontrados usados ​​por crianças ou simplesmente colocados perto delas.

Smartphones, tablets e computadores não são, portanto, os únicos em causa. Alguns brinquedos e acessórios aparentemente inócuos podem se tornar mais perigosos do que o esperado em caso de exposição prolongada e repetida ou uso excessivo.

Efeitos adversos no bem-estar e funções cognitivas

Assim os brinquedos e acessórios que operam com radiofrequências podem ser perigosos a longo prazo, podemos citar, por exemplo, brinquedos telecomandados ou conectados, mas também babás eletrônicas (baby monitores) e outros dispositivos de monitoramento de crianças pequenas.

É difícil ter dados precisos sobre a exposição dos pequenos a esses objetos, mas de acordo com o estudo realizado eles podem comprometer o bem-estar dos nossos pequenos (causando irritabilidade, estresse ou até fadiga) e pior, causar danos às suas funções cognitivas (principalmente em termos de memória, atenção, linguagem e habilidades psicomotoras).

O suficiente para estarmos atentos ao uso que as crianças fazem desses diversos objetos, e lúcidos quanto ao nosso uso de aparelhos de alta tecnologia, pois no caso de muita exposição a eles, os adultos também não ficam imunes a problemas de saúde.

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