O Opera 60 coloca Carteiras Criptografadas e Web 3.0 na sua área de trabalho

O Opera 60 coloca Carteiras Criptografadas e Web 3.0 na sua área de trabalho

Enquanto Google e Mozilla estão brigando por se tornarem a navegador em todas as plataformas, o Opera está travando uma batalha diferente. Está em guerra contra as instituições e empresas que roubam as informações das pessoas debaixo do nariz. Isso não é apenas ficção científica e é praticamente a realidade que pessoas como o Facebook deram um tapa na nossa cara. É por isso que o fabricante do navegador está lançando o Opera versão 60, com o codinome “Reborn 3” para combater essa boa luta usando blockchains, Crypto Wallets e Web 3.0.

Se você ainda está sofrendo com todo o hype e agitação da Web 2.0 há apenas alguns anos, não se preocupe. A Web 3.0 ainda não é uma coisa e é impulsionada principalmente pelos mais fervorosos apoiadores de blockchains. É uma daquelas tecnologias que um número ainda menor de pessoas entende em comparação com a Web 2.0. Em poucas palavras, no entanto, trata-se de ter sistemas descentralizados sem um único ponto de falha ou controle, todos protegidos e governados pela criptografia.

Como a criptografia é a moeda da Web 3.0, você precisará de uma carteira para manter essas chaves e moedas em segurança. A Opera introduziu uma Crypto Wallet integrada em seu aplicativo para Android e agora está trazendo isso também para a área de trabalho. Mais do que apenas armazenar criptomoedas, a carteira do Opera também armazena sua identificação para esses sites, serviços e aplicativos da Web 3.0. Por enquanto, parece que apenas os Ethereum dApps são suportados.

Obviamente, o lançamento também não é apenas sobre a Web 3.0. O Opera 60 também traz outras melhorias relacionadas à privacidade, como um serviço VPN integrado mais rápido e bloqueio de anúncios mais conveniente. Ele também aprimora o compartilhamento de conteúdo com smartphones emparelhados, incluindo a sincronização da Crypto Wallet.

O Opera 60 “Reborn 3” também recebe um facelift que o fabricante do navegador chama de “design sem fronteiras”, quase de acordo com as tendências sem moldura nos smartphones. Em uma nota lateral, o Opera também iniciou uma campanha focada na privacidade, que inclui um curta-metragem, que faz um sutil golpe no Google na Europa.

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