O mapa de incêndios florestais na Amazônia da NASA mostra quantos problemas estamos …

A NASA publicou uma nova sequência mostrando a pluma de monóxido de carbono gerada pelos incêndios no Brasil, acompanhando as mudanças todos os dias a partir de 8 de agosto. O país registrou incêndios florestais recordes este ano e, em 23 de agosto, possui mais de 2.500 incêndios ativos em toda a Amazônia. O mapa de séries temporais da NASA mostra as concentrações de monóxido de carbono a uma altitude de 18.000 pés.

Os dados foram coletados pelo instrumento AIRS (Atmospheric Infrared Sounder) da agência espacial, localizado no satélite Aqua. Cada ‘dia’ na animação representa três dias reais, variando de 8 a 22 de agosto. A NASA explica que as partes verdes do mapa representam níveis de monóxido de carbono em torno de 100 partes por bilhão em volume.

As áreas amarelas representam uma concentração maior de cerca de 120 partes por bilhão, e a área vermelha escura mostra concentrações em torno de 160 partes por bilhão. A crescente concentração é vista movendo-se para a parte sudeste do Brasil à medida que os dias avançam. Uma versão em alta resolução do gif da NASA pode ser encontrada aqui.

Segundo a NASA, o monóxido de carbono pode permanecer na atmosfera por cerca de um mês. Assumindo que o gás permanecesse preso tão alto na atmosfera, não teria muito impacto no ar que os humanos respiram. No entanto, se um calado para baixo puxar o monóxido de carbono para baixo, a NASA avisa que pode “impactar significativamente” a qualidade do ar respirável.

O monóxido de carbono é liberado pelas árvores quando queima, tendo um grande impacto nas mudanças climáticas, além de poluir o ar. Segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, o aumento dos incêndios é resultado do desmatamento. A NASA tem rastreado os incêndios com seus satélites terrestres, mantendo o público atualizado.

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