O Instagram nega qualquer trabalho na função “regram”

O Instagram nega qualquer trabalho na função

Seis meses atrás, tínhamos captado nossos primeiros rumores de que o Instagram estava pensando em integrar uma ferramenta de “reorganização” ou reposicionamento, algo que um grande número de usuários da rede já faz por meio de aplicativos de terceiros. Foi realmente um cabo de guerra interno de vários anos na empresa, mas essa história foi o primeiro sentido real de que estávamos chegando a algum lugar.

Atualmente, a plataforma permite uma forma de reprogramação por meio do recurso Histórias, mas em termos de poder postar esquemas no feed de um usuário, que atualmente não está em discussão.

TechCrunchJosh Constine fez uma análise detalhada da mais recente explosão de atividade em relação às capturas de tela postadas por The VergeCasey Newton há apenas três dias. O Instagram emitiu uma resposta “sem comentários” inicialmente, mas disse a Constine um dia depois que “não está acontecendo” depois que comentários sobre a história de Newton foram contra o recurso.

De Constine, explicando a posição do Instagram com suas próprias palavras:

A reprograma̤̣o seria uma mudan̤a fundamental no funcionamento do Instagram, ṇo necessariamente em termos de funcionalidade, mas em termos das normas aceitas sobre o que e como postar. Voc̻ sempre pode capturar a tela, citar o criador original e postar. Mas o Instagram sempre foi sobre compartilhar seu janela para o mundo Рo que voc̻ viveu e viu. Reorganizar legitimaria subitamente assumindo os olhos de outra pessoa.

O resultado seria que os usuários não podiam confiar que, quando seguem alguém, essa é a visão que aparece em seu feed. O Instagram pareceria muito mais aleatório e imprevisível. E tornou-se mais parecido com o seu irmão mais velho do Facebook, cujo News Feed diminuiu em popularidade – suscetível a besteiras virais com clickbait, vulnerável a campanhas de desinformação estrangeiras e, o pior de tudo, impessoal.

Uma função de reprogramação primária teria a vantagem de impedir que uma imagem apareça várias vezes em seu feed – o Instagram empilharia os nomes das pessoas que você segue e que já a reprogramaram. Porém, mesmo isso pode consolidar certas imagens e limitar o número de novas imagens que apareceriam no seu feed e tornar aceitável a não publicação de conteúdo original com o objetivo de criar comentários sobre o conteúdo existente. E com mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais, esse seria um lugar perigoso.

Parece que há muita presunção nesta saga, mas no final das contas, o Instagram é o controlador final de seu destino e o que ele quer ser visto aos olhos de seus usuários.

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