O criador de truques em videogames pede desculpas por esse recurso

Nos videogames, há elementos recorrentes de um título para outro, independentemente do estúdio. Enquanto alguns parecem lógicos, outros tendem a incomodar os jogadores – como não mencionar aqueles jogos de guerra em que o personagem recupera toda a sua saúde uma vez coberto após levar vários tiros? Outros mecanismos também são usados ​​pelos desenvolvedores para estender artificialmente a vida útil. Entre essas características, encontramos as famosas torres dos videogames. Um elemento popularizado pela saga Assassin’s Creed antes de acabar em muitos jogos, Ubisoft ou não.

E o principal criador deste recurso, Patrice Désilets, pede desculpas hoje como explica o PlayStation Life Style.

A culpa confessada é parcialmente corrigida?

As torres, logo o fim de uma longa provação

Todos nós já experimentamos esse sentimento, especialmente nos jogos da Ubisoft. Descobrir o mapa do jogo requer escalar inúmeras torres. Uma função às vezes soporífica que empurra o jogador a realizar a mesma ação, apenas para prolongar um pouco a vida. E se às vezes eles podem ser úteis – permitem, por exemplo, ter um abrigo em Dying Light -, não é incomum escalá-los para ser uma tortura. Mesmo em um jogo brilhante como Zelda Breath of the Wild.

Porque esse recurso tende a se tornar popular em outros estúdios além da Ubisoft, onde esse aspecto da jogabilidade nasceu. Um nascimento da mente de Patrice Désilets e suas equipes, que se arrependem muito (com um toque de humor) desses truques nos videogames. De qualquer forma, foi isso que o homem por trás de Assassin’s Creed (onde esse recurso está amplamente presente) explicou.

Breath of the Wild… uau! É um jogo em que era possível fazer tudo depois da primeira meia hora de jogo. Depois era só subir as torres e desbloquear o resto do mapa… Desculpe, a culpa é minha…

Felizmente, a presença dessas torres está começando a desaparecer nos últimos jogos. Pelo menos do lado da Ubisoft, que começa a apostar em outros aspectos de jogabilidade além desse recheio, o que não é necessariamente útil.

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