O criador de 75 anos do Atari 2600 e Pong revela seu novo jogo baseado no assistente de voz Alexa

Nolan Bushnell. Este nome pode não significar nada para você, e ainda assim. Este é um dos pioneiros dos videogames desde que o homem participou da criação do Atari 2600, um famoso console, em 1977. Um console que vai encantar os jogadores e ainda alimenta os canais do YouTube entusiastas de retrogaming. Mas isso não é tudo, já que Nolan Bushnell também está por trás de um jogo cult no universo dos videogames: Pong. Agora com 75 anos, o homem ainda não disse sua última palavra. E por um bom motivo: este último apresentou seu último jogo chamado St. Noire.

Um título desenhado por sua empresa X2 Games que tem uma grande particularidade: toda a jogabilidade é baseada… no assistente de voz Alexa, desenvolvido pela Amazon!

Basta dizer que Nolan Bushnell ainda tem muita criatividade e não disse sua última palavra!

Um jogo baseado inteiramente no assistente de voz da Amazon

Esta é a aposta maluca de Nolan Bushnell, que prova que a sua experiência no mundo dos videojogos (é preciso dizer que o homem é um pioneiro dos videojogos) é muito real. O homem simplesmente imaginou, através de sua empresa X2 Games, o título St. Noire.

Para jogá-lo, você precisará ter o assistente conectado Alexa – se possível com uma tela. St. Noire especifica mesmo assim que os jogadores podem passar apenas pelo som.

Porque o título, apresentado no palco durante a Alexa Conference 2019, conta inteiramente com áudio para coletar pistas, questionar suspeitos, testemunhas, acompanhar a história. Uma história de detetive em que figurinhas e cartas estão disponíveis para acompanhar este jogo de tabuleiro. A ação se passará em uma cidade do norte dos EUA com uma investigação em torno de um misterioso serial killer.

Nada de novo no papel, mas uma fórmula que funciona graças a uma jogabilidade única, baseada em um assistente de voz!

St. Noire prova que um assistente de voz pode ter muitas funções, e não serve apenas para saber o clima ou lançar uma música. Basta dizer que o potencial dos alto-falantes conectados não parece ter sido totalmente explorado – e isso é uma boa notícia.

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