Montadoras chinesas se opõem aos planos verdes do governo

Em 2018, o China planeja impor uma cota na venda de carros elétricos. Pelo menos 8% dos carros vendidos durante o ano devem ser limpos. Um projeto ecológico, mas que poderia, no entanto, atrapalhar as vendas e os lucros das grandes marcas de automóveis a gasolina. Eles também são numerosos para se levantar contra este novo regulamento.

Entre os mais relutantes estão a General Motors, a Fiat e a Chrysler ou mesmo a Ford. Os manifestantes formaram uma aliança para protestar contra a implementação deste regulamento.

carro autônomo

Em carta ao ministro chinês da Indústria e Tecnologia da Informação, eles pediram algumas mudanças, principalmente em relação aos carros híbridos.

China quer limpar sua frota de carros

Com este regulamento, a China quer continuar a caminho de um futuro mais verde e ecológico. As grandes marcas, no entanto, arriscarão colocar um raio em suas rodas.

Quase todos os grandes nomes da indústria automobilística são contra o plano do governo chinês. Como prova, a carta enviada a ele foi assinada pelo American Automotive Policy Council, a Association of European Automobile Manufacturers, a Japan Automobile Manufacturers Association, mas também a Korea Automobile Manufacturers Association. Todos pedem a modificação de certas regras.

Eles exigem seis mudanças no total. Entre as mais importantes, propõem que a duração da implantação dos regulamentos seja de três anos e não de um ano. Os fabricantes também pedem a retificação das penalidades previstas.

Finalmente, eles querem que os carros híbridos sejam incluídos na cota.

Uma decisão que faz os construtores estremecerem

Este novo projeto chinês faz parte de sua ambição de reduzir consideravelmente a poluição em seu território. Para informação, a China é um dos países mais poluídos do mundo, tem mais de 4.000 mortes por ano devido à poluição do ar. Assim, ao impor carros elétricos em seu território, o governo espera atingir mais rapidamente os objetivos ecológicos que se propôs.

Em particular, a China planeja abandonar o carvão em favor de energias verdes, como eólica e solar.

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