IPhone X da Apple ‘confortavelmente’ dominou o mercado de smartphones Q1 da Europa ‘fatigado’

IPhone X da Apple 'confortavelmente' dominou o mercado de smartphones Q1 da Europa 'fatigado'

A maioria dos principais fornecedores de smartphones do mundo não conseguiu aumentar o número de remessas entre janeiro e março de 2018, confortando-se com o aumento dos preços médios de venda e com forte lucratividade, com mercados maduros como os EUA, a Europa Ocidental e até a China em grande parte responsáveis ​​pela indústria de telefonia móvel. fadiga crescente.

De acordo com a análise mais recente da Canalys, apenas 30,1 milhões de unidades de smartphones foram embarcadas na Europa Ocidental neste primeiro trimestre, uma queda de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O menor mercado da Europa Oriental subiu 12,3% em relação ao ano anterior, para 15,9 milhões de unidades, o que obviamente não foi suficiente para colocar o velho continente em uma trajetória de crescimento geral.

O declínio de 6,3% da Europa foi de fato o maior já registrado, já que a Samsung e a Apple registraram quedas trimestrais significativas nos números de remessas. Os dois ainda estão na liderança, com 33,1 e 22,2% de participação, respectivamente, seguidos pela Huawei, com 16,1%, após um robusto aumento de volume de 38,6% ano a ano.

Xiaomi e Nokia encerraram os cinco primeiros, apesar de não terem relevância regional há 12 meses, enquanto o iPhone X “confortavelmente” permaneceu o modelo de smartphone mais popular do continente.

A Canalys não especifica os números das bilheterias do primeiro trimestre de 2018 do iPhone X, mas o dispositivo habilitado para Face ID aparentemente representou “cerca de” 25% das 10,2 milhões de unidades de smartphones enviadas pela Apple na Europa nos três meses findos em 31 de março. Isso equivale a 2,5 milhões de unidades, o que coincidentemente também foi a soma combinada do iPhone SE, 6 e 6s, de custo significativamente mais baixo.

Muitos “players menores”, como Alcatel, Sony e LG, sofreram “declínios substanciais”, à medida que a Nokia e a Xiaomi assumiram seus lugares, e Canalys prevê que “várias” dessas “marcas menores” deixarão o mercado nos “próximos anos”.

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