Invenção de um dispositivo de neurônio tátil para detectar tumores

Alguns tumores são difíceis de detectar e tornam os procedimentos cirúrgicos posteriores dolorosos. Para melhorar a precisão dos diagnósticos dessas doenças, os pesquisadores desenvolveram uma nova abordagem baseado na tecnologia de aprendizado de máquina. De acordo com os resultados dos testes, este novo método é muito mais eficiente e mais avançado do que os usados ​​anteriormente.


Um homem com tumores no corpo.

De fato, a nova técnica desenvolvida é capaz de detectar com precisão a rigidez dos tumores, sejam eles benignos ou malignos. Os pesquisadores por trás desta descoberta não pretendem parar por aí e estão planejando melhorias futuras muito em breve.

O médico Hyunjung Yi do centro de pesquisa de convergência de spin e o diretor suyoun lee, do Centro de Engenharia Neuromórfica, participaram do estudo. Segundo os inventores dessa tecnologia, ela poderia ser usada em outros campos.

A incrível precisão do novo mecanismo de neurônios táteis

Ao contrário das abordagens de neurônios de toque artificial desenvolvidas anteriormente, este dispositivo é capaz de avaliar a consistência dos corpos. A nova tecnologia é baseada na neuromórfica, que é um campo de pesquisa voltado para emular os meios do cérebro humano de lidar com estímulos. Essa abordagem recente torna possível processar instantaneamente dados complexos e pesados ​​adequados para inteligência artificial.

Além disso, axônios sensoriais captam estímulos externos através de receptores e transformá-los em picos elétricos. O diagrama gráfico gerado, portanto, muda de acordo com os dados externos recebidos. Em seguida, os pesquisadores desenvolveram um mecanismo de axônio tátil artificial com uma estrutura básica.

Essa abordagem combina um receptor de pressão e um aparelho de comutação de limiar ovônico para criar características neurais sensoriais. O dispositivo permite avaliar de forma mais rápida e precisa, a consistência dos corpos. Portanto, os testes foram capazes de detectar tumores de mama com uma taxa de sucesso em torno de 95,8%.

Por fim, para melhor aproveitamento do aparelho, os cientistas utilizaram imagens de elastografia de tumores mamários malignos e benignos.

A elastografia por ultrassom ainda está em sua infância

A abordagem de axônio de toque artificial desenvolvida seria capaz de encontrar e assimilar propriedades mecânicas mais rapidamente nos próximos anos. Além disso, com a ajuda de estudos de acompanhamento, seria possível até mesmo resolver a preocupação da refração do ruído, específica da elastografia ultrassônica. Os pesquisadores também esperam que o dispositivo seja útil no diagnóstico de doenças de baixa potência.

Por outro lado, aplicações no campo da cirurgia robótica onde um sítio cirúrgico precisa ser rapidamente direcionado são possíveis.

FONTE: MIRA NEWS

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