Impulsionando a evolução dos telefones celulares

À medida que nos aproximamos do 5G, um domínio totalmente novo de velocidade e eficiência está se abrindo para nós. Por mais que esse salto prometa oferecer, no entanto, também ilustra mais uma expansão do que já existe do que uma remodelação completa de como nossas vidas móveis operam. Apesar disso, ele ainda representa um padrão evolutivo consistente de desenvolvimento móvel.

No plano físico, o blog da Lottoland mostra o desenvolvimento de telefones celulares, desde a primeira geração até os sistemas modernos. Da mala ao tamanho de bolso, isso cobre todos os grandes nomes e saltos que ocorreram.

O que queremos fazer neste artigo, no entanto, é adotar uma abordagem mais abstrata e interna. Olhando para trás nos grandes saltos geracionais, o que podemos dizer sobre as contribuições do ambiente social e tecnológico da época? Como isso ditou direção e foco? Vamos dar uma olhada.

Primeira geração: 1979 – início dos anos 90

A primeira geração de telefones celulares foi um passo que a sociedade vinha tentando há décadas. O rádio de ondas longas dificilmente era um desenvolvimento novo, pois a necessidade e o desejo por essa tecnologia sempre eram grandes demais para ignorar. Foi somente nessa época, no entanto, que os sistemas analógicos se tornaram avançados o suficiente para suportar esse fardo em grande escala.

Segunda geração: início dos anos 90 – 2000

O maior salto na segunda geração de dispositivos móveis veio da adoção da criptografia de sinal digital. Isso abordou muitos dos problemas de cruzamento de sinal com a primeira geração, além de oferecer o potencial de comunicação digital adicional, como o SMS.

Isso acabou sendo reforçado por atualizações que permitiam taxas de transmissão de dados mais altas e acesso básico à Internet à medida que a infraestrutura melhorava.

Enquanto as mudanças digitais foram novamente possibilitadas por melhorias tecnológicas gerais, foi o SMS que chamou mais atenção. De repente, métodos rápidos de passar pequenas mensagens eram concebíveis, e isso popularizou grande parte da mão curta que a Internet usa atualmente.

“Evolução do walkie talkie” (CC BY-SA 2.0) por conskeptical

Terceira geração: 1998 – Hoje

A terceira geração de conectividade móvel capitalizou o sucesso explosivo das mensagens de texto. Essa geração se concentrou no conhecimento de que os celulares estavam se tornando onipresentes e reformulando todo o cenário da comunicação.

Outras melhorias tecnológicas continuaram o padrão de aumento de velocidade, além de permitir uma ampla gama de oportunidades de acesso. As videochamadas se tornaram possíveis, assim como jogos on-line e navegação na Internet. Por fim, essa combinação de fatores se tornaria uma pedra angular do que se tornaria o movimento do smartphone.

Quarta geração: 2009 – hoje

Com os smartphones agora uma parte necessária da vida, fabricantes e governos estavam ansiosos para aproveitar ao máximo essas novas oportunidades. O 4G foi cinco vezes mais rápido que o 3G e ofereceu uma integração muito melhorada com dispositivos de smartphone.

Esse salto alavancou o potencial dos smartphones como ferramentas não apenas na comunicação, mas também nos jogos e na interação social. Nesse ponto, quase todas as partes da vida de uma pessoa podem ser feitas on-line, desde jogar PowerBall até comprar suas compras e sair com sua família.

“Samsung Smartphone Galaxy Fold 5G: folda” (CC BY 2.0) por verchmarco

Quinta geração: 2019 – ???

A tendência ascendente de maior velocidade continua com o 5G, com especial atenção à evolução da complexidade dos smartphones. Hoje, os smartphones podem usar enormes quantidades de dados, e isso exige uma rede muito mais robusta para lidar com o tráfego. O vapor é uma grande parte disso, e a popularidade dos aplicativos de jogos também impulsionou o crescimento.

À medida que essa geração é lançada em alguns países em 2019 e começa a ser lançada em todo o mundo em 2020, temos que nos perguntar quanto tempo essa geração vai durar. Muitas das gerações antigas ainda funcionam como backups, sendo o 3G especialmente confiável nesse sentido. Poderíamos estar olhando para o 5G daqui a 20 anos, pensando que é lento e ineficiente? Como a mudança social afetará as próximas gerações de conectividade? Só o tempo irá dizer.

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