Fortalecer os músculos pode reduzir o risco de morte

Muitas vezes nos disseram que praticar esportes é bom para sua saúde. Um novo estudo reforça a ideia de que o esporte, principalmente a musculação, traz benefícios ao nosso corpo. De acordo com os resultados, dedicar entre 30 a 60 minutos por semana a exercícios de fortalecimento muscular pode ser suficiente para reduzir significativamente o risco de mortalidade.

De acordo com uma análise de 16 estudos anteriores, abrangendo até 25 anos de pesquisa e amostras de até cerca de 480.000 pessoas, atividades de fortalecimento muscular estão associadas a um risco 10-20% menor de morte. Todas as causas de morte são consideradas, incluindo mais particularmente doenças cardiovasculares, diabetes e câncer.


Musculação
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Outros estudos mostraram resultados semelhantes antes, mas aqui os cientistas analisaram a quantidade ideal de treinamento de força para minimizar o risco de morte.

30 a 60 minutos por semana, pelo menos?

Até agora, a influência do treinamento com pesos de maior volume na mortalidade não é clara. Além disso, mesmo que a ligação pareça óbvia entre exercícios e longevidade, a hipótese de causalidade ainda é difícil de confirmar.

De qualquer forma, a OMS recomenda a prática de treinamento de força por pelo menos 2 dias por semana. Esses exercícios geralmente são bons para sua saúde, e a duração de 30 a 60 minutos oferece uma nova perspectiva sobre eles.

Para combinar com cardio para um melhor resultado?

Uma das perguntas que podemos nos fazer é o quanto os exercícios aeróbicos podem impactar o corpo quando adicionamos o fortalecimento muscular a esses exercícios. Após a análise de três estudos que combinaram as duas práticas esportivas, observou-se uma redução de cerca de 40% no risco de mortalidade.

A maioria dos estudos analisados ​​foi realizada nos Estados Unidos e baseou-se em abordagens observacionais e não clínicas. Além disso, a pesquisa e os dados disponíveis são limitados. Portanto, é necessário um estudo em uma população maior para obter mais informações sobre o assunto.

FONTE: alerta científico

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