Estudo constata que essas sete métricas preveem o risco futuro de doenças cardíacas

Embora seja impossível saber se uma pessoa acabará desenvolvendo doença cardiovascular mais tarde na vida, existem fatores conhecidos e decisões sobre o estilo de vida que aumentam o risco. Saber se você corre um risco maior de desenvolver um problema de saúde do coração torna possível tomar medidas preventivas. Aqui, para ajudar, há um novo estudo detalhando sete métricas de previsão ‘principais’.

O estudo vem de Penn State, onde os pesquisadores identificaram sete métricas – quatro das quais comportamentos podem ser facilmente modificados – que influenciam a saúde cardiovascular e potencialmente influenciam negativamente o risco futuro de doenças cardíacas. O pesquisador encontrou cinco padrões diferentes relacionados às sete métricas de saúde que poderiam ajudar a prever as chances futuras de um indivíduo de desenvolver doenças cardíacas.

As sete métricas envolvidas na previsão são:

– Peso corporal
– Condição de fumante
– Dieta
– Níveis de atividade física
– Pressão arterial
– Colesterol
– Açúcar no sangue

O estudo explica que cada métrica tem uma possível pontuação “ruim”, “intermediária” ou “ideal”, como alguém com uma classificação de açúcar no sangue “ideal”, mas com um nível de atividade física “ruim”. É bastante óbvio a que cada classificação se aplicaria, embora em alguns casos se refiram a uma duração específica.

Por exemplo, uma classificação de ‘intermediário’ seria atribuída a alguém que havia fumado em algum momento do ano passado, mas uma classificação de ‘ruim’ seria atribuída apenas a alguém que fumava regularmente. Seria atribuída uma pontuação para cada métrica (0 para ruim, 1 para intermediário e 2 para ideal), e todos os sete seriam somados para uma “pontuação geral de saúde cardiovascular”.

Infelizmente, de acordo com os pesquisadores, apenas aproximadamente 2% das pessoas atingem a classificação ‘ideal’ em todas as sete métricas. Durante o estudo, os pesquisadores descobriram que as pessoas que obtiveram uma pontuação alta em todas as sete categorias apresentaram menores riscos de desenvolver doenças cardiovasculares do que as pessoas com pontuações mais baixas. Verificou-se que indivíduos que melhoraram suas pontuações ao longo do tempo tiveram diminuições semelhantes no risco de doença cardiovascular.

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