Diante do imposto “Trump”, Google agora teria seus smartphones montados no Vietnã

Como sabemos, o contexto comercial é muito tenso entre os EUA e a China. A primeira, liderada por Donald Trump, implementou um alto imposto de importação para produtos da segunda. Uma decisão que afeta as empresas que montam produtos na China para trazê-los para os EUA, cobrando um custo adicional. Mas este não é o único capítulo difícil entre os dois países desde que os Estados Unidos suspenderam a Huawei, fabricante chinesa acusada de espionagem e número dois no mercado de smartphones. Hoje, um novo passo nesta guerra comercial se acreditarmos no 9to5google.

O Google, fabricante de smartphones Pixel, teria decidido não montá-los na China, mas no Vietnã, para evitar o imposto.

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Uma mudança na produção que corre o risco de derramar muita tinta.

Entre Google e China, estaria acabado

A China pode ser uma potência mundial, mas a mão de obra é barata. Como resultado, as multinacionais costumam ter produtos montados lá antes de exportá-los para todo o mundo – a Apple é o exemplo perfeito. Mas o Google também passa por esse sistema que parece incomodar Donald Trump, o atual presidente dos Estados Unidos, em meio a uma guerra comercial com a China. Sem esquecer que o homem quer que os empregos gerados por esse setor retornem aos Estados Unidos.

E enquanto a Apple está começando a deixar gradualmente a China para a Índia, escapando assim do novo imposto de importação “Trump” entre o Reino do Meio e os EUA, o Google decidiu seguir o exemplo.

Como o Nikkei nos conta, retransmitido pelo 9to5google, seus smartphones Pixel agora são montados no Vietnã. Um país em que também existe a Samsung, líder mundial em telefonia.

Graças a essa estratégia para evitar o imposto “Trump”, o Google gostaria de aumentar a produção de seus Pixels para chegar a 8 a 10 milhões até o final deste ano. Uma forma da gigante fortalecer sua posição no setor de telefonia muito competitivo, onde seus smartphones às vezes têm dificuldade em encontrar um lugar – apesar da qualidade lá.

Resta saber se outras empresas de tecnologia americanas seguirão esse mesmo caminho para evitar o imposto “Trump”.

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