DARPA está estudando seriamente o uso de drones e robôs em operações militares

Para o Pentágono, o futuro dos conflitos armados está todo traçado graças à inteligência artificial. E de acordo com as últimas notícias, o DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) pretende beneficiar o exército americano. Testes, que ocorreram em agosto, confirmam isso.

Durante esses testes, a DARPA colocou vários drone e robôs beneficiando da IA ​​para o teste. Os objetivos atribuídos a essas máquinas eram simples durante esta simulação: localizar e neutralizar os terroristas. E os resultados mostraram que as máquinas eram muito mais eficientes que os humanos.

Dito isto, é preciso dizer que esse tipo de tecnologia realmente preocupa o NSCAI (Comissão Nacional de Segurança em Inteligência Artificial). Essa entidade também continua a alertar o governo dos EUA que, se esse tipo de armamento cair em mãos erradas, as coisas podem degenerar rapidamente.

A eficiência dessas máquinas é incrível para dizer o mínimo.

De acordo com informações compartilhadas por Com fioesta simulação ocorreu 60 km ao sul de Seattle. A DARPA implantou drones e robôs lá em um esforço para expulsar os terroristas que podem estar escondidos nos prédios ao redor. E graças à IA, esses dispositivos atuaram independentemente de um controlador humano, o que acelerou muito seu trabalho.

As únicas diretrizes dadas a essas máquinas eram localizar os terroristas e eliminá-los, se necessário. Para fazer isso, essas máquinas desenvolveram estratégias de ataque usando IA. Para maior precisão, em vez de usar armas reais, esses robôs e drones serviram como transmissores de rádio.

Durante a operação, alguns se encarregaram da fiscalização, outros ficaram responsáveis ​​por cercar os prédios. A identificação e eliminação de alvos potenciais ocorreu muito rapidamente. Segundo especialistas, com humanos certamente não teríamos resultados tão impressionantes.

Uma tecnologia que pode representar um grande perigo

O NSCAI alertou repetidamente os Estados Unidos sobre os perigos das armas autônomas. A comissão esclareceu que, se essas tecnologias caírem nas mãos de pessoas mal-intencionadas, a situação ficará fora de controle.

Por sua vez, Max Tegmark, professor da MIT, salientou que os Estados Unidos podem um dia lamentar o desenvolvimento de tais dispositivos, que deveriam, além disso, ser proibidos e colocados no mesmo saco das armas biológicas.

Claro, isso provavelmente não vai parar a DARPA, dados esses resultados muito conclusivos.

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