Boeing revela por que um dos seus pára-quedas Starliner não conseguiu implantar

No início desta semana, a NASA e a Boeing testaram com sucesso a espaçonave CST-100 Starliner da empresa espacial privada durante um teste de abortamento, cujo objetivo era garantir que os sistemas da espaçonave funcionassem corretamente em caso de emergência durante o lançamento. O teste foi declarado um sucesso, mas o evento não foi perfeito: um dos três pára-quedas que abaixou a cápsula falhou ao implantar, deixando apenas dois para salvar a espaçonave.

Como relatamos anteriormente, o teste de abortamento ocorreu na Faixa de Mísseis White Sands, no Novo México, onde as equipes trabalharam para lançar uma espaçonave CST-100 Starliner desaparafusada, testar se seus sistemas eram capazes de trabalhar de forma independente e em conjunto e que o abortamento O sistema seria capaz de devolver os humanos à superfície com segurança se algo desse errado.

Em comunicado divulgado na quinta-feira, a Boeing disse que o teste foi um sucesso; os vários sistemas que controlavam o vôo, a orientação e a propulsão funcionavam como deveriam, o módulo de serviço separado corretamente e os dois protetores térmicos funcionavam conforme o esperado.

No entanto, como vemos no vídeo acima, apenas dois dos três pára-quedas instalados no sistema foram implantados. A Boeing diz que enfatizou o fato de que dois pára-quedas são capazes de abaixar com segurança a embarcação sem sofrer danos – o terceiro pára-quedas é, essencialmente, uma redundância que ajuda a mitigar problemas inesperados como o durante o teste de abortamento.

Não demorou muito tempo para a equipe da Boeing descobrir por que o pára-quedas não foi implantado. “A falta de uma conexão segura entre o piloto e o paraquedas principal” no terceiro paraquedas não utilizado foi a causa do problema, informou a empresa em comunicado. “Estamos tomando todas as medidas apropriadas para resolver esse problema.”

A Boeing está programada para realizar um lançamento de teste de voo orbital em 17 de dezembro, seguido por um teste de voo com tripulação no próximo ano.

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